Mídia e evangelização

Bispos do exterior destacam importância do Sistema CN de Comunicação

“Os meios de comunicação oferecem uma oportunidade para que o homem de hoje possa conhecer a Palavra de Deus, ter contato e ser interpelado por ela”. A afirmação é do presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Dom Cláudio Maria Celli, em entrevista à Canção Nova. Foi justamente este desafio que motivou a comunidade, fundada por Monsenhor Jonas Abib, a evangelizar através da mídia.

A raiz da ação evangelizadora da Canção Nova, através desses meios, está na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, escrita pelo Papa Paulo VI em 1975. Naquela época, a Igreja já afirmava que na mídia se encontra uma versão moderna e eficaz do púlpito.

O subsecretário do Pontifício Conselho para os Leigos, Guzmán Carriquiry, diz que o Brasil é uma terra fecunda aos dons do Espírito Santo e destaca a importância do carisma evangelizador da Canção Nova. “ As comunicações sociais, são por uma parte, um desses novos areópagos pelos quais a mensagem do Evangelho, a verdadeira realidade da Igreja e o juízo cristão se comunicam além de todas as fronteiras, de todos os confins até os últimos rincões da terra”.

O Patriarca de Jerusalém, Fouad Twal, considera os meios de comunicação cristãos essenciais para o anúncio da Boa Nova. “Principalmente nós, aqui na Terra Santa, temos necessidade de meios que levem ao mundo a voz das comunidades cristãs. Eu dou a minha bênção e conto muito com a Canção Nova neste desafio”, afirma.

Meios de Comunicação da Canção Nova

Meios de Comunicação da Canção Nova

Um diferencial da Canção Nova é que, antes de ser um Sistema de Comunicação, é uma comunidade de vida, fato que chama a atenção do Bispo da diocese de Frejus, em Toulon, na França, Dom Dominique Rey. “O que me parece interessante nessa iniciativa da Canção Nova é que ela é suportada por uma comunidade. A Canção Nova é feita de pessoas que rezam e que vivem uma profunda experiência de vida fraterna”.

O Arcebispo de Atlanta nos Estados Unidos, Dom Wilton Gregory , destaca, além dos meios de comunicação, a presença da Comunidade espalhada por vários países. Presente no país desde 2004, ele afirma que a Canção Nova está inserida na realidade da arquidiocese. “Uma das razões pelas quais estou satisfeito com a presença da Canção Nova aqui é porque vocês têm trabalhado “bem colocados” com a Arquidiocese. É importante que, numa Igreja local, os novos movimentos encontrem seu lugar no coração da Igreja existente.”

Para o Bispo Emérito da Diocese de Leiria, em Fátima, Portugal, Dom Serafim Ferreira Souza e Silva, os valores transmitidos por uma comunidade podem transformar as pessoas. Dom Serafim, que acolheu a Comunidade no país em 1998, explica que “a paz não se compra no supermercado; a violência é uma loucura, uma estupidez diabólica. Uma comunidade pode transmitir valores, demonstrá-los na vida e fazer nascer não apenas a esperança de uma vida melhor, mas, desde já, a esperança nesta vida tal qual ela é”.

Segundo o Evangelii Nuntiandi, uma exigência a ser atendida é que a mensagem evangélica, através da mídia, chegue às multidões, mas com a capacidade de penetrar na consciência de cada um para obter um compromisso pessoal. O fundador da Canção Nova reconhece essa importância e assume essa missão. “A missão da Canção Nova é fazer homens e mulheres novos para um mundo novo, e isso só pode acontecer por meio de um encontro pessoal de cada pessoa com Jesus Cristo e o Seu Evangelho”, conclui.

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